A Comissão Executiva dos Empregados cobrou insistentemente, mas a direção da Caixa não apresentou uma proposta razoável para as reivindicações dos funcionários, na rodada de negociação realizada na tarde desta terça-feira (7/8), em São Paulo. O proposto pela empresa não contempla nem a metade do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) atual.

Na mesa, a Caixa informou que nas questões econômicas segue a Fenaban, mas não garante a PLR social. Além disso, não deu resposta a temas como incorporação de função, ATS, isenção de anuidade e tarifas bancárias, ausências permitidas, jornada, suplementação do auxílio doença, adicional insalubridade e bolsas de estudo.

A proposta não contempla sequer a negociação permanentes e todos os GTs referente a saúde trabalhador, Funcef e Saúde Caixa.

Em relação Saúde Caixa, chegou ao ponto de propor uma cláusula na qual obriga os empregados a referendar a Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União ­ CGPAR.

Para o secretário Geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza, chega a ser irritante a postura da Caixa de não apresentar uma proposta completa que possibilite uma negociação para valer. “Isto só vai modificar com uma mobilização efetiva da categoria”, ressalta.

A proposta da Caixa deve ser avaliada pelos empregados nas assembleias desta quarta-feira (8), em todas as bases sindicais.

Uma nova reunião ficou agendada para o dia 17 de agosto, após a negociação com a Fenaban.

Fonte: FEEB BA/SE