O processo de reestruturação na Caixa tem preocupado os empregados do banco, em especial, os que atuam nos setores envolvidos no processo, que sofrem com a falta de transparência do banco sobre as ações.

Segundo a Fenae, circulam informações, Brasil afora, de que os trabalhadores da Ceopa, Reopa, Cepti, SGE, Superintendências Regionais (SRs), Sufes, Geafe e Gedef vêm sofrendo a expectativa das áreas passarem por processos de incorporação, cisão, reorganização ou extinção. O problema é que, até o momento, a Caixa não divulgou nenhuma informação sobre o tema para permitir a esses empregados avaliarem as perspectivas da carreira no banco, de modo a organizarem adequadamente a vida pessoal.

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) cobrou informações durante a reunião com o banco no dia 27 de agosto, mas a Caixa alegou a inexistência de dados a respeito das mudanças, embora circulem informações de que tal processo seja concluído entre outubro e dezembro deste ano.

Diante do impasse, as entidades representativas encaminharam correspondência para a direção da Caixa, em 2 de setembro, na qual cobram esclarecimentos sobre a reestruturação em curso. Em resposta, o banco disse que o tema será tratado na mesa permanente de negociações.

Na avaliação das entidades representativas, nenhum processo de recursos humanos pode servir para discriminar, perseguir ou fomentar artificialmente conflitos entre empregados, de novos para os antigos, de lotados em agências para com os das áreas meio, de função gratificada para os sem cargos comissionados, como vem ocorrendo cada vez com mais frequência nos últimos anos.

Fonte: FEEB BA/SE