Durante a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro fez inúmeras promessas e como já era de se esperar, não está cumprimento diversas delas, entre elas a de não aumentar a carga tributária dos brasileiros durante seu governo.

De acordo com o estudo feito pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), para cumprir com essa promessa, o presidente deveria fazer um reajuste de 7,39% da tabela do Imposto de Renda (IR). O custo da correção seria de R$ 13,5 bilhões.

Em 2019 (ano base 2018), primeiro ano do governo Bolsonaro, já houve um aumento da carga tributária porque não houve correção. O estudo mostra que se a tabela tivesse sido corrigida no ano passado em 95,45% (defasagem integral desde 1996), 11,42 milhões de trabalhadores ficariam isentos do pagamento do imposto na declaração a ser entregue até abril.

Hoje, a isenção é para quem ganha até R$ 1.900. O custo da correção integral é de R$ 109,1 bilhões.

Fonte: FEEB BA/SE