O movimento sindical exige o cumprimento da cláusula 23ª do Acordo Coletivo de Trabalho, que define que os bancos, no monitoramento de resultados, não exporão publicamente o ranking individual dos seus funcionários. A cláusula 39ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária também proíbe a exposição do ranking individual dos funcionários.

Mas, em descumprimento ao ACT e à CCT em vigência, o banco expõe os nomes de seus funcionários no sistema de Classificação do Programa de Desempenho Gratificado (PDG), alerta o ofício.

Segundo a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), os nomes e classificações dos funcionários são expostos nas telas do sistema, acessível a qualquer funcionário. A proibição foi conquistada na campanha salarial de 2011 para reduzir o assédio moral e cobranças excessivas aos bancários, que acabam levando ao adoecimento.

Fonte: CONTRAF