O presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, anunciou a adesão da empresa à campanha Sinal Vermelho, encabeçada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que visa oferecer ajuda em farmácias, órgãos públicos e agências bancárias às mulheres que apresentarem um X vermelho na mão, ou em um papel.

A ação é boa, mas os bancários cobram que o banco também faça o dever de casa e implemente os canais para atendimento às funcionárias vítimas de violência, como determina a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. O acordo prevê o acolhimento, atendimento psicológico, transferência de local de trabalho e todo o sigilo que casos como esses necessitam.

Após a criação do programa, alguns bancos já tomaram algumas medidas para atender suas funcionárias. Na época, o BB enviou um comunicado interno divulgando sua adesão ao programa. Mas, as medidas a serem tomadas não tiveram andamento, ou, pelo menos, não há qualquer notícia sobre a implantação.

Agora, a direção do banco anuncia que vai apoiar a ação de outras entidades, mas continua sem proteger as próprias funcionárias.

Fonte: FEEB BA/SE